
gotas de tempo escorrem
na memória que é agora vasta
saboreio o sal que é sol e calor
na memória que é agora vasta
saboreio o sal que é sol e calor
e esta empinada proa não hesita
avança impune não se detém
trinta e oito vagas naveguei
vi ser navio a barcaça
vi negro o mar e pérfido o céu
tempestades mensageiras de dor
vi lá longe onde o sol dorme
uma estrela que não cai
diariamente se levanta
sorri baila sedutora diz
amanhã voltarei amanhã estarei aqui
e não tiro os olhos do azul
sei que vai brilhar sei que vai dançar
trinta e oito vagas naveguei
vi ser navio a barcaça
vi negro o mar e pérfido o céu
tempestades mensageiras de dor
vi lá longe onde o sol dorme
uma estrela que não cai
diariamente se levanta
sorri baila sedutora diz
amanhã voltarei amanhã estarei aqui
e não tiro os olhos do azul
sei que vai brilhar sei que vai dançar
amanhã
quando as vagas correrem
o casco do navio
e mais não haja para navegar
haverá sempre céu
haverá sempre a estrela
que não cai
que não despe o brilho
haverá sempre céu
haverá sempre a estrela
que não cai
que não despe o brilho
sedutora
e os meus olhos no azul
e os meus olhos no azul
5 comentários:
Parabéns pelo aniversário e pelo poema.
Beijo
Serás, certamente, uma dessas estrelas que nunca perderão o brilho... Parabéns!
Parabéns Zé... pelos 38 e, como sempre, pelo poema.
Pois é, caro amigo... também és leão como eu? Fazemos anodquase no mesmo dia :) Dou-te agora os parabéns (já com algum atraso, mas as férias têm destas coisas) eheh
Espero que esteja tudo bem contigo e umas óptimas férias! Ah, é verdade... mais um belíssimo poema, ó senhor escritor!
Um grande abraço,
Miguel Andrade
Muito bom o poema.
É bom encontrá-lo por aqui :)
E ja tenho saudades das aulas de ingles!
Beijo, Luisa B.
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