terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

a flauta


nesta insónia que nos fere
um brilho de quem tem ainda o raro poder da utopia
aclara a teimosa noite

nesta insónia que nos divide
uma flauta ecoa e desperta um pouco mais os sentidos
e sei agora por onde vou

nesta insónia que também nos une
partilho contigo um resto do sonho que ainda vibra
no mais íntimo de nós


(ao meu amigo Alexandre)

4 comentários:

Anónimo disse...

também gostava de ser tua amiga!

Anónimo disse...

Parabéns Eduardo. Já tinha lido algumas coisas escritas por ti. Poucas. Do pouco que li gostei. Mas confesso que não te sabia autor de coisas tão interessantes. O aspecto do blogue é, igualmente, fantástico. Parabéns. Continua a presentear-nos com estas tuas coisas bonitas. Obrigada.

Anónimo disse...

Parabéns Eduardo. Os poemas são lindos e interessantes. Gostei muito. Continua a escrever e, já agora, a fotografar pois as fotos também são espectaculares.

Anónimo disse...

....és tão lindo, Alexandre!!!



Parabéns por este trabalho de escrita e imagem!És um autêntico escultor da palavra!